Salut Consult alerta: seu sono diz muito sobre a sua saúde
Salut Consult alerta que noites mal dormidas vão muito além do cansaço e reforça a importância de investigar as causas de um sono que não recupera.
Em uma rotina que valoriza produtividade e agendas cada vez mais cheias, dormir costuma ser uma das primeiras coisas sacrificadas. Tira-se uma hora daqui, outra dali, até que acordar cansado, depender de café e atravessar o dia sem disposição começa a parecer normal. Mas o organismo não entende o sono como tempo perdido, para ele, dormir é uma necessidade biológica e uma das bases para a manutenção da saúde.
Durante o sono, o cérebro organiza e consolida memórias e aprendizados, enquanto o organismo passa por processos de recuperação dos tecidos, regulação hormonal, controle do metabolismo e fortalecimento das funções imunológicas. O descanso adequado também está diretamente relacionado à concentração, ao humor, à disposição e à saúde cardiovascular.
Já a privação frequente de sono pode alterar mecanismos que regulam o apetite, a pressão arterial, a glicemia e processos inflamatórios e, quando se torna crônica, está associada a maior risco de obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão, doenças cardiovasculares, ansiedade e depressão. Para a maioria dos adultos, a recomendação é dormir em torno de sete a nove horas por noite, lembrando que tão importante quanto a duração é a qualidade desse sono.
Quando noites ruins deixam de ser ocasionais e passam a fazer parte da rotina, as consequências podem ultrapassar sonolência e irritabilidade. Evidências reunidas pela Harvard Health Publishing, ligada à Harvard Medical School, associam a privação crônica de sono a alterações hormonais e metabólicas e a maior risco de problemas como hipertensão, diabetes tipo 2, obesidade, doenças cardiovasculares, depressão e ansiedade.
Para a médica endocrinologista e psiquiatra e diretora da Salut Consult, Dra. Camila Venâncio, cuidar do sono significa cuidar de diferentes sistemas ao mesmo tempo. “Dormir bem não é um luxo que cabe na rotina somente quando sobra tempo. O sono participa do equilíbrio metabólico, cardiovascular e emocional. Quando ele permanece ruim, precisamos compreender a causa, porque muitas vezes o cansaço do dia seguinte é apenas a parte mais perceptível de algo que merece investigação”, alerta ela.

Quando dormir não significa descansar
Também não basta contar horas, uma pessoa pode permanecer bastante tempo na cama e ainda acordar exausta quando o sono é fragmentado ou de baixa qualidade. Estresse, ansiedade, hábitos inadequados, álcool, alguns medicamentos e distúrbios como a apneia podem interferir no descanso. Na apneia, por exemplo, interrupções repetidas da respiração prejudicam o ciclo do sono e podem repercutir na saúde cardiovascular.
Por isso, insônia persistente, ronco importante acompanhado de pausas respiratórias, despertares frequentes, sonolência excessiva durante o dia ou a sensação constante de acordar sem ter descansado merecem avaliação profissional.
É justamente nesse ponto que o acompanhamento multidisciplinar ganha importância. Na Salut Consult, diferentes especialidades médicas e profissionais de áreas como Psicologia, Nutrição e atividade física permitem avaliar fatores que podem estar relacionados ao sono e à qualidade de vida.
A psicóloga e diretora da Salut Consult, Dra. Bruna Venâncio , chama atenção para a relação de mão dupla entre descanso e saúde emocional. “A mente que não desacelera pode dificultar o sono, e noites ruins repetidas também interferem no humor, na concentração e na maneira como enfrentamos o dia. Por isso, muitas vezes melhorar o sono exige olhar não apenas para a noite, mas para a forma como aquela pessoa está vivendo suas 24 horas”, explica Dra. Bruna.
Ter acompanhamento também é prevenção
É nesse contexto que o Plano Salut Consult assume um papel importante: facilitar o acesso a profissionais de diferentes áreas permite que o paciente tenha acompanhamento mais presente na rotina, inclusive para investigar sintomas que muitas vezes são adiados porque parecem pequenos.
A proposta é simples: não esperar que o organismo precise gritar para começar a ouvi-lo. “Qualidade de vida é resultado do cuidado contínuo. Ter acompanhamento permite identificar fatores de risco, orientar mudanças e buscar respostas quando algo deixa de funcionar bem. É essa relação mais próxima com a própria saúde que queremos proporcionar aos nossos pacientes”, destaca Dra. Camila.
Dormir bem, portanto, não significa produzir menos, desperdiçar horas ou interromper a vida. É justamente durante o sono que o organismo realiza parte do trabalho necessário para que possamos viver o dia seguinte com saúde. E essa é uma mudança importante de perspectiva: quem reserva tempo para dormir não está perdendo tempo, está investindo no corpo e na mente que precisarão sustentá-lo por toda a vida.









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